Brasil tem 42 mortos em 24 horas e bate novo recorde

  • BRASIL -
  • 31/03/2020
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O Ministério da Saúde anunciou hoje que subiu para 201 o número de mortes em decorrência do novo coronavírus no Brasil — aumento de 42 mortos em 24 horas, maior número registrado no Brasil no período.


 


 


No total, são 5.717 casos oficiais confirmados no país — 1.138 diagnósticos confirmados em um dia — e 3,5% de letalidade, informou o ministério.


 


 


Ontem, o Brasil tinha registrado, até então, o maior número de vítimas em um dia, com 23 mortes.


 


 


Os estados com mortes confirmados por conta do coronavírus são: Alagoas (1); Amazonas (3); Bahia (2); Ceará (7); Distrito Federal (3); Goiás (1); Maranhão (1); Mato Grosso do Sul (1); Minas Gerais (2); Paraná (3); Pernambuco (6); Piauí (4); Rio Grande do Norte (1); Rio Grande do Sul (4); Rio de Janeiro (23); Rondônia (1); Santa Catarina (2); São Paulo (136).


 


 


Os governos de Alagoas e da Paraíba anunciaram hoje as primeiras mortes de pacientes infectados pelo novo coronavírus. Em Alagoas, a vítima era do Acre e foi infectada por contaminação comunitária (quando não se sabe de quem contraiu o vírus) e morava em Maceió havia seis meses. Na Paraíba, o paciente morava no município de Patos, no sertão, e estava internado em João Pessoa. Agora, apenas o estado de Sergipe não ainda registrou óbito por covid-19.


 


 


Os únicos estados que ainda não tiveram nenhum registro de morte, segundo o Ministério da Saúde, são Acre, Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba, Pará, Roraima, Sergipe e Tocantins.


 


 


Durante a coletiva de imprensa realizada hoje no Planalto para discutir o coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reforçou a orientação de que as pessoas mantenham medidas de isolamento social como forma de retardar a velocidade de transmissão do novo coronavírus no país.


 


 


"Nós vamos trabalhar com o máximo de planejamento, e no momento nós vamos fazer sim o máximo de distanciamento social, para que a gente possa, chegando ao ponto de falar, estamos mais preparados, entendemos aonde vamos, aí a gente vai liberando e monitorando pela epidemiologia", disse Mandetta.


 


 


O ministro fez a afirmação ao ser questionado sobre qual interpretação ele dava às declarações do diretor-presidente da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Ghebreyesus, que havia pedido atenção aos governos com medidas sociais para que os mais pobres possam atravessar a pandemia.


 


Fonte: UOL NOTÍCIAS



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